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19 de dez de 2013

Capítulo 12- hot

Joe deixou a casa de Demi para que pudesse se arrumar. A menina aproveitou para tomar um banho bem relaxante, por mais relaxada que ela já estivesse. A conversa podia ter parecido tensa ou incômoda, afinal, aquele assunto não era o favorito dela, mas na verdade, a conversa foi, além de necessária, surpreendente. A menina sentiu-se confortável para contar a ele qualquer coisa e isso provou tanto a ele como a ela que o problema ali não era mais confiança. Pelo contrário, não existia problema nenhum.
Depois de pronta, ela pegou um copo d’água e se sentou no sofá com um sorriso no rosto. Deixar transparecer sua fragilidade foi algo que não estava em seus planos, mas acabou acontecendo. Mas de qualquer forma, foi algo bom. Às vezes bancar a durona faz com que as pessoas tenham uma impressão errada e comecem a se acostumar com o fato de que seu coração é feito de pedra. O que é uma grande mentira.

Demi on:
-Quanto tempo, né?!- ele brincou quando eu abri um sorriso lhe dando um selinho- Você tá linda.
-E você tá sexy- sussurrei com a minha melhor voz sensual (e ela era ótima, modéstia parte). Joe riu e eu afastei meus lábios da sua nuca para olhá-lo nos olhos.
-A Demi safada tá de volta?- perguntou divertido.
-Ela nunca se foi, meu amor- sorri maliciosamente.
-Guarda pra mais tarde- ele disse segurando minha mão e me guiando até o carro.
David já estava lá dentro e passamos para buscar Lola no caminho. O restaurante não era muito perto, mas tive certeza de que valeram a pena as horas dentro do carro. Era simplesmente incrível.
-Eu nunca fui a nada tão chique em toda a minha vida.
-Uma migalha de pão daqui vale mais do que eu- David murmurou.
-Isso não é difícil. Você não vale nada, cara- rimos com o comentário de Joe.
Joe disse nossos nomes à recepcionista e nos sentamos numa mesa mais afastada.
-Até que não é tão caro.
-Você acha que eu ia te trazer aqui se custasse o olho da cara? Não tô afim de pagar pra vagabundo não- Joe disse rindo.
-Demi, controle o seu animal- pediu.
Joe se encarregou dos pedidos e foi melhor mesmo, porque eu não entendi um nome que estava escrito no cardápio. Não porque estava em outra língua ou coisa do tipo, mas porque os nomes eram simplesmente inventados. Quando me dei conta disso, percebi que Joe também não sabia o que tinha pedido.
-E se trouxessem testículos de boi?- Lola supôs.
-Você vai comer- Joe revidou- Além disso, você não vai saber se são de fato testículos. Muito menos se são de boi. Você já os viu alguma vez?
Ela negou e suspirou, parecendo irritada por ter que admitir aquilo. Eu nem sabia que testículos de boi eram comestíveis.
-Joe, que espécie de merda é essa?
-Não sei, mas se parece com você- eu até riria da resposta, porque foi engraçada, mas encarando aquela coisa na minha frente, os risos sumiram- Deixa de ser babaca, é bom.
-Desculpa, mas como isso pode ser bom?- perguntei com uma careta.
-Vocês não sabem que tudo que é feio geralmente é chique?
-Então quer dizer que o que tem dentro da privada lá de casa é chique?- David perguntou, cutucando o bagulho com o garfo- Porque tá bem parecido.
-Eu sei que tudo pequeno é chique- eu disse.
-Porra, calem a boca e comam logo. Se não quiserem também não tô nem aí, eu como por vocês. Mas eu agradeceria se parassem de comparar a comida com o que tem dentro da privada de vocês.
-Fecha os olhos- Loladisse para si mesma- E conta até três- respirou fundo.
Eu esperei que ela colocasse o garfo dentro da boca e vomitasse em cima de David. Mas depois de uma careta, sua expressão mudou.
-Isso é delicioso- sorriu encantada.
-Cara como...
Joe enfiou um garfo cheio da coisa estranha na boca de David antes que ela tivesse a chance de continuar a reclamar. Tirando o fato de que ele quase se engasgou, o gosto o agradou.
-Só falta você, Demi.
-É, não pode ser tão ruim- eu concordei.
No final, todos comemos. Joe queria que David se desculpasse com a comida por compará-la com coisas nojentas e que admitisse que ele estava certo.
-Eu não vou me desculpar com a comida. Primeiro porque é comida. Segundo porque eu não podia fazer comparação melhor.
-Você tem que admitir que é bom.
-Ok, eu admito. É realmente bom. Mas o gosto não mudou a aparência.
-Olha só, isso aqui é um encontro- Lola se meteu. Os dois a encararam como se perguntassem o porquê dela ter dito isso- Acho que esqueceram de avisar que era entre vocês.
-Ei- David reclamou- O que vocês querem que a gente faça?
-Interajam com a gente- sugeri.
-Então, como foi o dia de vocês?- Joe perguntou, me encarando e depois olhando para Lola.
-Normal- Lola deu de ombros- Faz uma pergunta que gere assunto- reclamou.
-O final dele tem sido incrível- sorri encarando-o.
-Hum, agora tá ficando interessante- David se meteu- O que deixou ele incrível?
-Desde quando você se mete na nossa vida?- perguntei.
-Desde quando você é grossa?- revirou.
-Cara, os detalhes do nosso namoro não te interessam.
-Mas você me falou tudo até agora.
-Ou quase tudo- Joe sorriu divertido.
-Sacanagem, eu sempre conto o que acontece entre eu e a Lola.
-Tá, mas aí é outra história. Já que você não gosta de privacidade quem sou eu pra recusar informações?
-Dane-se também. Vocês devem ter passado a tarde transando. Quer que eu dê detalhes? Descrevo até os movimentos.
-David- Joe chamou- Você não tem ideia de como isso soou estranho.
-Como você sabe detalhes sobre as transas dele?- Lola perguntou à David.
-Não me mete no meio disso não- Joe resmungou- Se entende você com o teu namorado gay.
-Gay uma vírgula.
-Cara foi você que se entregou.
-Não, eu entreguei nós dois- ele disse e nós caímos na gargalhada.
-Ei, o meu namorado não é nem um pouquinho gay- eu defendi Joe, beijando sua bochecha.
-Você não se mete porque eu sei sobre a sua performance também.
-Eu nunca transei com você- revidei.
-E eu nunca transei com o Joe- ele praticamente gritou. Não preciso dizer que metade do restaurante nos encarou.
Joe riu até chorar. Ele se contorcia enquanto David procurava um lugar pra enfiar a cara. Era sempre assim quando os dois estavam juntos. Começavam um assunto, depois iam perdendo completamente o foco até começarem a se zoar e falar coisas contraditórias e sem sentido algum. Eu amava me divertir à custa deles.
-Eu não tenho culpa se ele me conta tudo e não poupa detalhes- David se defendeu, ainda rindo.
-E eu não tenho culpa se você precisa de detalhes eróticos das minhas transas pra alimentar a sua vida sexual.
-Porque a zoeira nunca acaba- eu disse em meio a gargalhadas. Lola ria tanto que nem tentava falar.
Pagamos a conta quando já estava ficando tarde e, depois de deixá-los em casa, Joe parou em frente a minha. Permanecemos no carro involuntariamente até que ele me puxou pela nuca, aproximando nossos rostos.
-E se eu te chamasse pra dormir lá em casa hoje?- ele sugeriu.
-Eu aceitaria sem pensar- respondi sorrindo- Eu só preciso falar com a minha mãe. Ela tá me devendo uma noite fora de casa, ela teve a dela ontem.
-Vai lá, eu te espero aqui- ele disse me dando um selinho.
Eu concordei e entrei em casa. Falei com a minha mãe e me livrei dela o mais rápido que consegui. Subi até o meu quarto e escolhi uma lingerie bonita. E demorei mais tempo escolhendo-a do que falando com a minha mãe.
Tirei minha roupa rapidamente e troquei as roupas íntimas. As meninas na primeira vez geralmente escolhem algo mais... adequado à situação. Seria como a primeira vez que eu não tive, então porque fazer diferente? Coloquei a roupa novamente e desci apressada. Dei um tchau básico para a minha mãe e entrei no carro.
Sorri na direção de Joe e ele fez o mesmo. Deu a partida e em menos de dois minutos estávamos dentro da casa dele. Era a noite perfeita, porque seus pais haviam saído.
-Porque você acha que eu escolhi hoje?- ele piscou na minha direção.
Joe largou as chaves de casa na bancada da cozinha e segurou minha mão, me levando até o andar de cima. Ele abriu a porta e eu apertei mais sua mão. Ok, eu estava me sentindo muito ridícula por isso e só o que se passava na minha mente já me deixava roxa de vergonha, mas eu estava começando a ficar um pouquinho nervosa. Isso mesmo. Eu, Demi Lovato, aquela que já transou com 99,9% do colégio, nervosa. O mundo tava de pernas pro ar.
Joe deve ter percebido alguma coisa. Eu podia ser boa em fingir que tava bem, em fingir um sorriso, até boa em mentir, mas eu era péssima em qualquer coisa quando estava nervosa. Inclusive em fingir que não estava. Ele encarou nossas mãos juntas, bem juntas mesmo agora que eu havia as apertado, e voltou seus olhos para os meus, com um meio sorriso no rosto e um olhar questionador.
-Você não precisa me fazer essa pergunta, vai poupar nós dois- eu afirmei e ele apenas assentiu, rindo.
-A noite é sua, eu deixo você ficar nervosa- Joe sussurrou no meu ouvido, seus lábios roçando em minha orelha.
-Ninguém merece isso, é vergonhoso demais pra mim- balancei a cabeça em reprovação enquanto escondia meu rosto em seu peito.
-Esquece se é vergonhoso ou não- ele disse- Só pensa que essa noite você não tá fazendo sexo com qualquer um- disse- Essa noite é diferente. Você pode fingir que não tá acostumada com isso- rimos juntos.
Ele começou a distribuir beijos pela minha nuca, descendo até meu colo. Seguindo sua trajetória, ele encostou delicadamente seus lábios quentes em diversos pontos da minha pele. Andamos juntos pelo quarto, ele apagou as luzes e trancou a porta. Prendi meus braços ao redor de seu pescoço e juntei nossos lábios.
Eu me sentia diferente naquele momento. Não era só contato físico nem desejo, ia além, era confiança. Eu estava dando a ele algo que nunca dera a ninguém e estava disposta a ser sua durante essa e muitas outras noites. Eu não queria pensar em como tinha sido de fato a minha real primeira vez e nem faria isso. Foi um momento que eu decidi apagar da minha memória, não valia a pena me martirizar por isso.
Joe me deitou na cama com uma delicadeza indescritível. Ele sempre fora bem delicado comigo, o que sempre chamou a minha atenção. Não que as nossas noites tenham sido totalmente... tranquilas, muito pelo contrário, mas apesar da intensidade e do desejo, ele sempre se importou em me tratar bem.
Apoiando um de seus joelhos na cama bem ao lado do meu corpo, ele ficou por cima de mim e se afastou o suficiente para me encarar. Nossos corpos se distanciaram e ele tocou minha face com sutileza. Nossos olhos se encontraram e os dele brilhavam ao mesmo tempo em que se tornavam escuros de desejo. Depois de alguns segundos me olhando e mexendo em uma mecha do meu cabelo, como se apenas me admirasse. Aproximando-se de mim, ele juntou nossos lábios mais uma vez e levou uma de suas mãos à lateral do meu corpo.
Senti-o puxar minha blusa levemente para cima e agarrei sua nuca, trazendo-o mais para perto. Sua outra mão continuava apoiada no colchão, sustentando seu peso sob o meu corpo. Nossas línguas brincaram juntas por bastante tempo e nos permitimos aproveitar os beijos. Quando nos afastamos, procurando por ar, senti minha respiração pesada e, dando impulso com as mãos, levei meu corpo para mais perto dos travesseiros e deitei minha cabeça ali.
Mas Joe não me acompanhou. Ele permaneceu onde estava e dali começou a beijar minhas penas, traçando um caminho até a borda do meu vestido. Quando nossos rostos estavam juntos novamente, ele segurou minha nuca com uma das mãos e levantou minha cabeça, levando-a até ele com calma. Enquanto roçava nossos lábios, ele prendeu suas pernas ao redor da minha cintura e deslizou sua mão livre por meu ombro, fazendo minha jaqueta cair pelo meu braço. Eu o ajudei e terminei de tirá-la sozinha, fazendo-o sorrir. Eu sempre fui um pouco apressada.
Joe segurou meus cabelos e colocou-os para apenas um lado do meu pescoço, deixando o outro completamente livre e apto a receber seus beijos e chupões e sei lá mais o que ele deixaria ali. Senti seus dentes em minha pele e fechei os olhos com a sensualidade daqueles toques. Eu podia sentir sua respiração em meu ouvido.
Rapidamente, eu alisei suas costas levantando sua blusa. Ele a retirou e jogou em um canto. Eu me livrei dos meus sapatos no momento em que percebi a presença deles. Joe abriu o zíper do meu vestido e eu senti suas mãos descendo pelas minhas costas. Seu polegar acariciou minha pele nua, um carinho reconfortante. Ele desceu o tecido pelos meus ombros, da mesma forma que havia feito com a jaqueta, e eu deitei novamente para que ele conseguisse terminar de tirar o vestido. Enquanto puxava-o passando pelas minhas pernas, ele as acariciava.
Eu estava então apenas de lingerie deitada na cama. Seus olhos estavam vidrados em mim e eu não me incomodava nem um pouco com aquilo. Eu via meu peito subindo e descendo e meu olhar se prendia em Joe a cada novo segundo.
Ele se afastou com calma e rapidamente inclinou seu corpo na direção da mesa de cabeceira do lado da cama. De uma das gavetas, ele tirou um pacote de camisinha e deixou-a pronta para ser alcançada com facilidade. Juntou nosso lábios e eu levei minhas mãos até o fecho de sua calça.
Cada movimento, cada toque e olhar eram completamente novos para mim. Despertavam coisas que eu não sabia se já havia sentido antes. Ele podia estar apenas tendo mais uma noite comigo, transbordando de desejo e vontade de me ter completamente. Mas ao invés disso, ele estava preocupado se eu estava tendo a noite que sempre quis. Do jeito que eu sempre quis.
-Como tá sendo a sua segunda primeira vez?- ele brincou.
-Tá sendo melhor do que a primeira- eu sorri com a minha resposta.
Suas mãos tocaram todo o meu corpo com carinho e uma calma absurda. Nem eu sabia de onde ele tirava tanta calma e tranquilidade. A minha vontade era de arrancar tudo o que faltava e colar meu corpo no dele, mas eu também estava amando a sensação de estar nos seus braços, sendo beijada e acariciada.
Joe estava só com a box quando aproximou mais seu corpo do meu. Sentamo-nos juntos, um de frente para o outro, e eu segurei sua mão enquanto ele acariciava meu corpo. Beijei seu tronco nu e sua pele quente me fez deslizar minhas mãos por seus braços e costas.
Ao tirar meu sutiã, senti suas mãos massageando meus seios e todo o restante do meu corpo. Demorou muito pouco até que nos livrássemos de tudo.
-Você tá levando a sério esse negócio de primeira vez- ele sussurrou em meu ouvido e percebi que sua voz estava contente.
-E não era pra levar?- perguntei- Faz muito tempo que eu não transo com alguém.
-Digo o mesmo, meu amor- sorri ao ouvi-lo dizer aquilo. Eu amava quando Joe me chamava de “meu amor”. Dava uma sensação de proteção.
Muito tempo pra gente era o que? 1 mês no máximo.
-Deixa que eu cuido isso- eu disse pegando a camisinha da mão dele.
-Não, a primeira vez é sua e eu faço isso- ele sorriu e pegou o pacote- Você tem que agir como uma virgem.
-Desculpa se eu tô longe de ser virgem- eu respondi ironicamente.
-Juro que eu queria que a sua primeira vez tivesse realmente sido comigo- ele sorriu. Provavelmente estava querendo me imaginar virgem.
-Cala a boca, você tá interrompendo o momento- eu repreendi e beijei-o novamente.

.......................

Caímos juntos na cama e ele me abraçou fortemente enquanto eu nos cobria com o edredom. Seus braços fortes me rodeavam com carinho e eu recebia beijos por meu rosto todo enquanto sorria feito boba.
-Foi a melhor noite da minha vida, e a melhor primeira vez- sussurrei divertida.
-Com certeza foi a noite que exigiu mais controle de mim- ele brincou e eu lhe dei um tapa no braço- Mentira, eu amei. Só que todas as minhas noites com você são as melhores. Então essa é uma das melhores.
-Entra no clima também- pedi- Você acabou de tirar a virgindade da sua namorada. Como se sente?- sorri.
-Sortudo- deu de ombros.
-Eu acho que tenho sorte também- comentei- Meu namorado é o melhor do mundo.
-A gente percebe que não é mais só sexo quando depois a conversa fica melosa- ele disse e eu gargalhei alto.
-Porque você é tão idiota?- perguntei- Não dá pra levar a sério? Participa da conversa melosa- pedi.
-Eu tenho a melhor namorada do mundo- ele sussurrou em meu ouvido e depositou um beijo no topo da minha testa- Eu te amo, delícia.
Ri com o apelido. Fazia muito tempo mesmo desde que ele não me chamava desse jeito e, mesmo nunca imaginando isso, eu senti falta. Joe sorriu junto a mim, abraçando-me com mais força e beijando meus cabelos soltos, caídos sob o travesseiro.
Continua...
genteeee, espero que tenham gostado! Eu não vou conseguir responder aos comentários hoje porque eu tô com um pouquinho de pressa e não daria pra postar, como eu já não consegui postar ontem... aí está :)
E finalmente o hot chegou, hein hahaha
comentem, amo vocês!
Mil beijocas,
Brubs <3

6 comentários:

  1. Hey Brigadeirinha *--*
    Que capítulo mais perfeito <3 <3 <3 <3 <3
    Que hot,eu simplesmente amei mesmo,foi tão profundo <3
    To ansiosa para o próximo capítulo ,to achando que vai ter mais
    Aventuras kkkkkkk
    Posta logooo sua diva perfeita u.u
    Beijos

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  2. E o que falar desse hot que mal li e já estou amando? Melhor hot que já li na vida, o mais fofo de todos! Esse capítulo entrou pra listas dos meus favoritos! Mal posso esperar para o próximo capítulo, e claro, para o próximo hot hihi ~dany~

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  3. KJSNWJHSAGHWHG~~ que romantico <3 eu amei e quando o joe chama a demi de delicia desculpa mas nao consegui ler sem ser com a voz daquele carinha da novela das 9h kkkkk ansiosaa!!

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  4. Meu Deus o.O eles no restaurante kkkkkkkkk' eu ri mt aqui.
    Aww que hot mais fofo, Joe tão atencioso com a Demi ><
    Ta lindo!
    Posta logo, bjs

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  5. Ahh ameei <y
    Kkkkkkkkkk mds o Joe e o David
    Hot nem preciso dizer nada,mais vou dizer perfeeect tambem..
    Ameei
    Posta Logo
    Xoxo

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  6. DONA BRUNA, desculpa ter sumido... Você sabe como é a vida, né? Ainda mais férias! Mas eu queria te dizer, que você me surpreende a cada capítulo! E quando eu penso que não pode ficar melhor: fica. Eu realmente tenho muito orgulho de você! Suas fics estão muito mais maduras e tal... é legal saber que eu as leio desde sempre! hahahahha! Enfim, desculpa não ter comentado nos outros e eu espero que você poste rapidinho!! Obrigada por sempre me avisar no twitter que postou! Eu amo!!! Beijão, Duda Varela

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Vamos comentar?!?!..... SIM! :3