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27 de jul de 2013

Capítulo Vinte e Três!

Quando estacionaram o carro na rua, Joe puxou  a menina para um beijo intenso e apaixonado. Era como se aquilo lhe desse a coragem de que precisava.
-Eu te amo muito, e nada que aconteça vai mudar isso- ele garantiu com a testa colada à dela e a menina assentiu com os olhos marejados. Respirou fundo e se afastou, abrindo a porta do carro. Se continuasse ali seria pior.
Entraram, não de mãos dadas, e logo cumprimentaram todos. Porém Caty não estava ali e Joe entendeu que ela tentava a todo custo fugir da conversa, assim como ele tinha vontade de fazer.
-A Caty foi fazer uma visita ao irmão no trabalho- o pai de Joe explicou- Aconteceu alguma coisa, Joe?- perguntou atencioso.
Então ele contou tudo. Tinham tempo e precisavam falar sobre aquilo com alguém mais, sentiam isso. Os pais de Joe tentaram parecer imparciais, mas eles concordaram que o certo seria contar e que Demi não tinha culpa. Simplesmente aconteceu.
***
Já havia até escurecido e Caty não havia voltado. Joe estava preocupado, claro, assim como todos estavam. Queria que ela chegasse logo para que pudessem acabar com isso de uma vez.
-Ela só deve estar tentando adiar isso tudo cada vez mais- Joe sussurrou, acariciando a mão de Demi.
-Tem como a gente esquecer isso por um segundo?- pediu- A minha cabeça ta explodindo eu preciso tirar isso daqui de dentro.
-Só uma pergunta- ele disse- Você quer que eu conte a ela?
-Não. Não aqui na casa dos seus pais- disse com firmeza- Eu vou contar. Eu fiz a burrada, eu concerto.
Ele assentiu e beijou-lhe os cabelos.
-Desculpa, não tô muito pra papo hoje- ele fez uma careta.
-Você... não quer conversar?- ela perguntou receosa.
-Não, não é isso- o menino sorriu lhe roubando um selinho- É que eu não consigo encontrar assunto nenhum- deu de ombros.
-O que... você mais gosta de fazer?
-Hum... ficar com você.
-O que você mais gostava de fazer antes de me conhecer?- ela sorriu reformulando a pergunta.
-Não tô afim de pensar- ele sorriu beijando o pescoço da menina.
Demi segurou o rosto do menino entre as mãos e iniciou um beijo cheio de saudades. Mesmo que já tivessem se beijado depois que Caty chegou, nada era comparado àquilo. Parecia que era a primeira vez que conseguiam realmente aproveitar o momento.
O menino puxou-a para mais perto, segurando em sua cintura e em sua nuca. Ele depositou uma de suas mãos nas costas de Demi, por debaixo da blusa e subiu até que encontrasse o fecho do sutiã. Sorriu entre o beijo ao perceber que ela o pararia mas não lhe deu essa oportunidade, apenas juntou mais seus corpos. Trouxe suas mãos para a cintura dela e logo estavam em sua barriga. Joe ainda sorria enquanto Demi tentava entender onde ele queria chegar.
Sentia as mãos quentes de Joe por seu corpo e tentava se concentrar no beijo, porque quanto mais ele a tocava, mas o desejo aumentava dentro de seu corpo.
-Não na casa dos seus pais, né?!- a menina se afastou lentamente e sem vontade alguma.
-O problema é que eu não sei quanto tempo temos- ele disse de forma engraçada e ela gargalhou- Mas se eu pudesse passar o resto do dia só com você eu já teria...
-Ok, ok, sabemos o que você teria feito não precisa espalhar- ela sussurrou beijando-lhe novamente enquanto Joe ria.
-Ei, a Caty chegou- o pai de Joe disse em tom baixo.
Joe e Demi trocaram um olhar sem muito significado e ele foi em direção à sala. Caty estava entrando enquanto conversava com Denise e o menino esperou que ela o visse. Assim que o fez, ela abaixou a cabeça envergonhada. Ótimo, ele ainda precisaria conduzir toda a conversa, porque duvidava que Caty começaria falando alguma coisa. Talvez ela até falasse, já que estava tão determinada,  mas a iniciativa deveria partir de Joe.
-A gente pode conversar?- perguntou se aproximando dela quando seus pais deixaram os dois a sós. Joe mexia no cabelo, o que mostrava o quão nervoso estava.
Ela concordou brevemente com a cabeça e ambos caminharam até o jardim. Aquele era o lugar mais reservado que existia na casa e assim era melhor. Sentaram-se no chão e o clima estava péssimo, além de pesado demais.
-Me desculpa, Caty- ele pediu com a voz lotada de arrependimento- Eu não queria ter te dito aquilo daquela forma.
-Tá tudo bem, Joe- ela sussurrou e ele sentiu como se a menina fizesse um esforço enorme para pronunciar qualquer coisa- Eu não fiquei chateada com você, juro- forçou um sorriso ainda sem encará-lo.
-Eu só não sabia como te dizer aquilo- continuou- Você sabe que eu te amo demais, não sabe?- perguntou e ela assentiu- Eu... queria arrumar um jeito de não te magoar tanto.
-Não ia funcionar. Eu prefiro que me fale a verdade, sério. Por mais que magoe. Eu... demorei muito pra decidir que ia te contar. A Demi sempre me dava força mas eu nunca achei que fosse funcionar. Então um dia eu parei e pensei “porque não”?- abriu um sorriso triste- Você dizia que me amava e... tantas outras coisas, Joe- sussurrou- Eu me iludi demais com tudo o que eu recebi de você. Não ache que eu estou te culpando- pediu apreensiva.
-Mas nada do que eu te disse era mentira- assegurou- Só que... você levou pra um outro lado por causa... do que você sente. Pra mim era só um lance de amizade verdadeira, sabe? Eu realmente daria a minha vida por você, Caty e eu nunca quero te perder. Mas... nada disso significa que eu seja apaixonado por você.
-Eu entendo- abaixou a cabeça.
-Você é quase uma irmã pra mim. Não quero que você pense que é porque eu não te acho linda, divertida, sei lá, não é porque possa existir alguém melhor.
-Era exatamente assim que eu me sentia- ela confessou com a mesma expressão sorridente porém magoada- Eu achava que não era boa o suficiente. Por que...durante todo esse tempo eu vi você com aquelas garotas e... eu tentei entender porque não eu se você dizia que eu era a melhor. Pra mim...era como uma mentira. Talvez porque você tivesse um carinho especial por mim e não quisesse me ver mal. Eu sempre me perguntei o que elas tinham que eu não tinha.
-Você é a melhor- Joe levou uma de suas mãos até o rosto dela, fazendo-a encará-lo pela primeira vez. Percebeu como seus olhos estavam marejados e como a vontade de chorar que ela tinha era visível. Ele não podia deixar isso acontecer de maneira alguma- Você é tudo que um cara pode querer. Você é especial, você é muito, muito, muito melhor do que essas vadias que andam por aí. O motivo de eu não ter me apaixonado por você é exatamente a sua importância. A sua amizade pra mim significa tudo e eu não me perdoaria se te perdesse. Eu não queria correr o risco de te magoar. Você é muito valiosa pra eu arriscar. Eu não posso e eu não consigo- confessou sincero- Me desculpa, por favor.
-Está se desculpando comigo por não sentir o mesmo?- ela questionou- Não faz isso, Joe- pediu respirando fundo- Não fala como se fosse uma obrigação.
-Estou me desculpando por te magoar. Por te fazer chorar durante tanto tempo e sim, por não te amar do mesmo jeito que você me ama. Porque não dá pra eu fingir que eu não sei disso. Pensar que você não é boa o suficiente é a maior burrada que você pode fazer. Você vai encontrar alguém que te faça muito feliz e eu vou estar aqui pra ver isso acontecer. Eu vou estar sempre aqui- prometeu.
-A sua amizade é a coisa mais importante que eu tenho na minha vida- ela disse deixando uma lágrima escapar, mas ele logo a enxugou- Eu não sei como eu viveria sem você do meu lado pra me fazer sorrir todos os dias. Então... por favor, não deixa as coisas mudarem- pediu.
-Não vou deixar- ele colocou o cabelo dela para trás.
-Por causa disso tudo, tudo que eu falei e por tudo que você agora sabe também- disse enquanto ele assentia.
Joe puxou a menina para um abraço carinhoso que durou bastante tempo. Ambos permaneceram em silêncio até que ela se afastou e voltou para a posição inicial.
- Posso te pedir uma coisa?- ela sussurrou depois de abrir e fechar a boca algumas vezes como alguém que não sabe se deve ou não falar alguma coisa.
-Claro- ele concordou com um breve sorriso, tentando encorajá-la.
-Você...- ela respirou fundo e contou até 10- Será que você podia me dar um beijo?- pediu com o rosto pegando fogo e se não estivesse muito escuro lá, Joe veria seu rosto soltando chamas. Era uma pergunta um pouco inconveniente e absurda, mas ela precisava fazê-la.
-Caty...- ele pronunciou o nome dela com calma, procurando as palavras certas. Mas não havia palavras, esse era o problema.
-É só um beijo, eu juro- ela disse com a voz fraca. Ele estava apenas vendo a hora em que ela começaria a chorar ali. Caty era sensível demais e isso condenava Joe muitas vezes- Não quero nada, eu não vou te perturbar, vai voltar a ser como era antes- disse rapidamente.
-Eu... não posso, Caty- Joe sussurrou sentindo-se a beira de um penhasco.
-É só um beijo- repetiu. Ela não implorava como uma criancinha chata de 5 anos de idade. Sua voz demonstrava a necessidade que ela tinha de ser beijada ao menos uma vez por ele- Eu sei que eu sou como uma irmã pra você, eu sei que não quer isso- disse- Mas...
Ela parou de falar e fitou as mãos sobre o colo. As lágrimas já desciam, mas não eram muitas. Ela não queria chorar mais uma vez, nem ali naquele momento. Alguns segundos se passaram até que ela sentiu uma das mãos de Joe em sua nuca. Quando levantou a cabeça lentamente, seus olhos se encontraram com os dele e Joe fitou-a com intensidade. Não estava fazendo a coisa certa, mas era só o que podia fazer. Já havia tirado tanta coisa da menina, tanta esperança, lágrimas incontáveis... não seria a hora de acabar logo com isso fazendo-a sentir-se bem?
Ele se aproximou com calma e fechou os olhos quando sentiu suas respirações juntas. A menina fez o mesmo, sem saber o que pensar. O pedido havia sido meio espontâneo e a deixava nervosa demais. Seu coração batia forte e ela não conseguia acreditar no que estava prestes a acontecer. Joe juntou seus lábios com calma e assim permaneceu durante alguns segundos. Intensificou o beijo pedindo passagem com a língua e acariciando a bochecha dela. Caty levou uma de suas mãos até a nuca dele e foi quando Joe percebeu que deveria parar. O erro que cometia já era grande demais e a primeira coisa que lhe veio na cabeça foi Demi. Mas ele logo espantou esse pensamento e partiu o beijo com calma. Ele se afastou logo depois e ela abriu os olhos, sem saber muito bem o que fazer ou esperar dele. Abriu um sorriso que não conseguiu controlar e suspirou ao sentir a mão de Joe sair de sua nuca. Ele a encarou por alguns instantes e depois levantou-se, caminhando na direção da casa com as mãos dentro dos bolsos e os olhos virados parra o chão. O que ele havia feito?
Não queria encontrar Demi nesse momento porque não saberia como encará-la. Mas a menina estava apreensiva encostada na porta da varanda. Por sorte ela não tinha visto a cena, mas logo saberia do ocorrido. Quando Joe se aproximou ela respirou fundo tentando identificar como havia sido através da postura ou olhar dele. Logo ela concluiu que não havia ocorrido muito bem, até porque ele estava sozinho e não havia sinal de Caty.
Joe passou por ela sem falar ou fazer nada. A menina estranhou o ato, que a amedrontou ainda mais. Segui-o cautelosamente e observou-o enquanto ele sentava no sofá com as mãos na cabeça e os cotovelos apoiados nos joelhos.
Ela sentou-se ao seu lado e ele mudou de posição, encostando suas costas no sofá e jogando a cabeça para trás.
-Procura a Caty pra mim- ele pediu sem encará-la- Eu acho melhor a gente ir embora- disse por fim.
-O que aconteceu, Joe?- ela sussurrou olhando para a entrada e certificando-se de que Caty não estava ali.
-Eu a beijei- ele disse com uma das mãos no cabelo e uma expressão indecifrável. Encarou-a no mesmo momento em que soltou as palavras.
Demi suspirou e levantou-se. Passou uma das mãos no rosto e virou-se novamente para olhá-lo. Ele sussurrou um “desculpa” e ela assentiu, sem mostrar-se chateada ou irritada. Apenas seguiu a procura da amiga.
Ao chegarem ao apartamento, Caty carregou a amiga rapidamente até o quarto que as duas agora dividiam. Joe não teve tempo de conversar com nenhuma delas. Na verdade, não queria falar com Caty e sim com Demi. Pelo menos saber se estava tudo bem, já que durante o caminho nenhuma palavra foi dita. O percurso que antes durava meia hora pareceu uma eternidade sem fim.
-Ele me beijou- ela sussurrou depois de fechar a porta atrás de si. Não que ela estivesse completamente feliz, mas tinha algo em especial que seus olhos deixavam transparecer.
-Isso quer dizer que vocês estão juntos? O que aconteceu?- Demi perguntou. Tudo bem, ela sabia que não estavam juntos mas ainda precisava tentar compreender a parte do beijo.
-Não- murmurou desanimada- Ele não quer nada comigo, como já tinha dito antes. Ele me explicou que eu sou como uma irmã, que não podia correr o risco de me perder...essas coisas.
-E o que você falou pra ele?- perguntou- O clima tá meio estranho...- comentou dando de ombros.
-É... eu disse algumas coisas, nada demais...- afirmou- Só que eu pedi que ele me beijasse- confessou com um sorrisinho simples.
-Assim? Do nada?
-É... eu não sei por quê. Eu não estava pensando nisso, aliás, pensar em beijar ele já me deixava completamente nervosa e sei lá, eu não me sentia bem com a ideia. E isso é o mais estranho, porque eu sou apaixonada por ele e tudo mais- suspirou- Só sei que acabou saindo da minha boca.
-Vocês se falaram depois disso? Porque parece que um tá ignorando o outro...
-Eu acho que do mesmo jeito que é estranho pra mim, é ainda pior pra ele. O Joe não queria, ele tentou dizer que não mas eu acabei insistindo. É só um beijo... ele já deu tantos- deu de ombros- Mas não, nós não nos falamos. Ele me beijou e depois foi embora. Aí você foi lá me chamar e aqui estamos. Nenhuma palavra vinda dele.
-O Joe deve estar muito confuso, Caty- sussurrou sentindo em si a angústia dele.
-Eu sei- suspirou- Eu tenho medo de como vai ficar o clima entre a gente depois disso tudo e principalmente depois do beijo. Mas... eu posso me preocupar com isso depois. Ele... me beijou, isso é inacreditável. Eu mereço ficar feliz por alguns segundos- riu sem humor.
-Acho que você tem esse direito- riu também- E o que você achou?- questionou com um sorrisinho no rosto. Forçado, mas bem feito.
-Ele beija muito bem- afirmou. Demi sorriu, tentando parecer gostar do assunto. Como se ela não soubesse das coisas que ele sabia fazer bem. Era difícil ter uma conversa daquelas com a amiga- Ele... ah, não sei como te explicar, Demi. Só sentindo mesmo. Mas eu descobri porque as pessoas se apaixonam por ele- riu.
-Pelo menos agora eu consigo te ver feliz- deu de ombros sorrindo meiga.
-É... eu vou me contentar com isso e com tudo que ele me disse. Eu me sinto importante- afirmou- E bom, eu achei que ele me daria só um selinho, foi melhor do que eu pensava, nesse sentido.
-Você pretende falar com ele normalmente como se não tivesse acontecido?- ela buscava perguntas que pudessem ser as mesmas que Joe se fazia.
-Sim, não, não sei- murmurou indecisa- Eu preciso saber antes o que ele está pensando de mim- disse- Eu acho que forcei um pouco a barra, eu sabia que ele não ia conseguir recusar por causa de tudo- disse- Não usei chantagem emocional nem nada, só... foi o que aconteceu. Eu não sei o que ele vai fazer.
-Como pretende descobrir?
-Você pode ir falar com ele?- pediu. Mal sabia ela que Demi também não estava muito afim de falar com Joe agora, ela sabia que ele não estava pra papo- Pode dizer tudo que eu te disse, só não exagera- pediu- Vai lá, por favor.
-O que te leva a pensar que o Joe vai se abrir comigo?- ela riu sem humor.
-Eu sei que ele vai- ela garantiu- Vocês são amigos - e então ela empurrou Demi para fora do quarto.
A menina respirou fundo e segurou a oportunidade. Parando pra pensar melhor, talvez aquela fosse a sua chance de falar com Joe a sós, sem que precisasse se preocupar muito com a amiga. Subiu a escada e o encontrou no corredor, caminhando até o quarto com uma garrafa de água nas mãos. Ele se virou quando sentiu a presença da menina ali e abaixou a cabeça encarando a mão na maçaneta. Respirou fundo e fez sinal para que ela o acompanhasse.
-Eu acho que ela já te contou o que aconteceu- ele disse, deitando-se na cama e fechando os olhos por um segundo.
-Tudinho- a menina assentiu próxima a ele.
-Ah Demi, a Caty me colocou numa sinuca de bico- ele murmurou arrependido- Eu não consegui pensar em nada, eu tive que fazer aquilo.
-Eu... disse que você ia me trair- ela sussurrou desviando o olhar.
-Não- ele negou rapidamente e segurou uma das mãos dela- Eu não...
-É brincadeira, Joe- ela forçou um sorriso meigo- Tá tudo bem, sério.
-Eu não tive escolha- Joe entrelaçou seus dedos acariciando a mão dela- Foi só um beijo, não teve significado nenhum- garantiu.
-Eu sei- ela o encarou com calma.
-Por que você veio aqui?- perguntou depois de um tempo, sabendo que a menina não saíra a sua procura para conversar sobre o beijo.
-A Caty me pediu pra vir aqui- ela disse sentindo o menino deitar a cabeça em seu colo. Demi começou a mexer em seu cabelo com a outra mão- Ela queria saber o que você está pensando disso tudo.
-Ela não tem culpa- suspirou- Na verdade, ninguém tem culpa de nada mas o problema só fica cada vez maior. As coisas simplesmente acontecem. Só que nada mais tá dando certo.
-O clima tá horrível, você sabe, né?!
-Aham. Mas nisso eu consigo dar um jeito, eu sei lidar com a Caty.
-Não até ela te pedir algo- a menina concluiu.
-Só não achei que era justo que ela sofresse tanto. Se eu tive a chance de melhorar um pouco o que ela sentia... eu não podia deixar passar.
-Você está tentando me dizer que amanhã vai estar tudo ótimo?
-Não sei de nada- ele apertou suas mãos unidas e com o polegar acariciou a perna da menina- Só que não quero mais pensar em Caty, nem beijo, nem namoro, nem nada.
Começaram a conversar e o assunto que surgiu os agradou. O menino ria deitado sobre ela e Demi gargalhava ainda mexendo em seu cabelo. Caty apareceu na porta e observou a cena. Não ouviu nada que não deveria, não teve vontade alguma de ir até lá e tirar satisfações. Apenas deu meia volta depois de ver o quanto se divertiam juntos.

Joe pegou no sono algum tempo depois e Demi permaneceu ali, vendo-o dormir.

Continua...
Já coloquei esse gif? o.O
Gente... esse capítulo mexeu mesmo comigo e eu usei meu coração pra escrevê-lo, mais do que eu já usei pra escrever qualquer outro. Espero que tenham gostado :)
Comentem, ok? Obrigada por tudinho *-*
Mil beijocas,
Brubs <3

9 comentários:

  1. Aiii muito lindoo, caramba quando eles vao contar pra Caty ??? Essa agonia mata ... Doi ve-los assim, posta logo

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  2. aiiin sofrendo com essa historia!!! ta cada vez mais linda... de verdade, parabéns pela fic :D

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  3. Aai Deus, eu to tipo assim, muito nervosa por eles sabe?
    Pfvr postaa logo se não eu vou acabar morrendo de tanta ansiedade...

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  4. O.M.G. Coitados dos três...o pior e saber,quem tá sofrendo mais porque pelo que eu to vendo todos estão sofrendo igual...

    Eu adorei tudo,realmente esse capítulo mexeu com o meu coração!

    Deve ser muito doloroso,ter um amor não correspondido...eu acabei de me colocar no lugar da caty,da demi,e do joe.~me deu uma vontade de chorar~

    Tá maravilhoso....
    Posta logoo minha linda u.u
    Beijos

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  5. meu Deus jfdlksfs
    só vendo como a demi vai contar pra Caty
    posta logoooo

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  6. Cara essa vai entrar pras minhas fics favoritas sério isso aqui ta cada dia mais perfeito. Eu to morrendo aqui posta logo

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  7. OMGGG que perfeito.. Vish como eles vão contar pra Caty? To curiosa..
    Posta logo..

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Vamos comentar?!?!..... SIM! :3