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25 de jul de 2013

Capítulo Vinte e Dois!

-Isso é um sonho?- ela perguntou sorrindo com os beijos que eram distribuídos por todo o seu rosto.
-Bom dia- ele sorriu- Eu convenci a Caty a ir comprar pão depois da caminhada dela. Temos um tempo juntos.
-Obrigada por isso- a menina sussurrou sincera enquanto apertava os olhos.
-Não tem de que- ele colocou uma mexa de cabelo para trás da orelha dela- Eu não queria te acordar mas não tive outra escolha- ele fez uma careta, pegando-a no colo e jogando seu corpo por cima do ombro.
-Você podia ser mais discreto e tirar a cara da minha bunda-  ela murmurou e o menino sorriu.
-Não estou com a cara na sua bunda, estou beijando a sua coxa- concertou fazendo-a bufar.
-Ai!- a menina passou a mão sobre a cabeça que acabara de bater no teto- Ei, doeu!
-Pelo menos agora você acordou- deu de ombros, colocando-a no chão.
O menino a abraçou carinhosamente por trás e caminhou junto a ela até o banheiro. Esperou que Demi jogasse uma água no rosto e escovasse os dentes. Ainda com a cabeça escondida no pescoço da menina, Joe lhe distribuiu beijos e depois se afastou com calma, virando-a para si.
Segurou a cintura de Demi com firmeza e deslizou sua outra mão, levando-a até o rosto da menina. Acariciou-o sentindo sua pele quente e macia. Seus olhos brilhavam ingenuamente e Joe levou alguns segundos até que conseguisse desviar seus olhos dos lábios dela, juntando-os aos seus.
-Tem uma coisa que eu preciso te contar- ele disse com os braços ao redor da cintura dela.
-Nããão, não fala- pediu manhosa, sentando-se no banquinho da cozinha e enterrando o rosto no peito dele.
-A gente precisa...
-Não fala, Joe- pediu novamente, respirando pesadamente enquanto sentia as mãos dele acariciando suas costas.
Ele puxou um banco para a frente dela e sentou-se ali, bem perto, segurando as mãos da menina que estavam tranquilamente deitadas sobre suas coxas.
-Eu falo rapidinho e depois eu te dou quantos beijos você quiser, ok?- sugeriu sorrindo e apoiando os cotovelos nos joelhos, inclinando seu corpo para frente.
-Tá, fala logo.
-Quando eu acordei a Caty me disse que tinha ligado pra minha mãe e marcado um almoço. Depois que ela me contou isso, ela disse que precisava conversar comigo sobre um assunto sério mas que queria deixar pra mais tarde- ele disse tudo com muita rapidez, o que  fez a menina rir.
-Você não sabe o que fazer, não é?- ela sorriu sem alegria alguma.
-Eu tenho que te confessar uma coisa. Eu nunca disse não pra nenhuma garota que se declarou pra mim- disse receoso- Se fosse uma qualquer que só quisesse um beijo ou uma noite eu não me importava em dispensar. Mas quando a pessoa dizia que me amava e essas outras coisas eu meio que não conseguia resistir.
Demi gargalhou alto e ele a acompanhou. A sessão de risos não durou muito, afinal, deveriam focar no problema. Mas o visível desespero dele foi bem engraçado.
-Isso é bom, sabia?
-É?!- ele fez uma careta, confuso.
-Por um lado- Demi afirmou- Você se preocupa com as pessoas, você não gosta de magoá-las. Agora... a parte de ter medo de magoá-las é o lado ruim.
-Eu sei que nessa de “medo de magoar” eu só vou acabar magoando mais, porque eu vou dar à pessoa uma coisa que não é verdadeira e depois de um tempo vai simplesmente acabar porque na verdade não deveria ter nem começado. Só que... eu gosto de pensar que eu fiz ela feliz por um tempo, entende?
-Aham- ela assentiu- E o que você pretende fazer? Você quer terminar pra ficar com a Caty durante um tempo e depois que acabar voltar comigo?- perguntou. Não havia sarcasmo em sua voz, nem um pinto sequer de ironia. Ela estava falando sério, por mais surreal que aquilo parecesse. Ela estava com a cabeça baixa e os olhos fixos em suas mãos. Tinha uma expressão triste e sua voz parecia sem vida.
-Você está mesmo pensando nessa possibilidade?- ele questionou boquiaberto. Ela não podia estar falando sério- Eu nunca faria isso. Eu não vou terminar com você, Demi, eu só...
-Você vai me trair?- ela sugeriu, no mesmo tom de voz. Se a situação não fosse tão séria, ele diria que ela estava brincando.
-Demi, você tá falando sério?- levantou o rosto dela com uma das mãos em seu queixo- Enlouqueceu, foi?
-Não, eu...- ela balançou a cabeça e riu sem muito humor como se tivesse acabado de perceber como os últimos segundos haviam sido loucos- Você não vai magoar a Caty, Joe, eu sinto isso.
-Ok, mas eu não vou te magoar- ele sussurrou como se estivesse apenas ouvindo absurdos da boca dela.
-A Caty te ama desde que vocês usam fraldas! Ela já fez tanta coisa por você... ela já provou tantas vezes que te merece. Ela te ama muito, Joe. Muito mais do que qualquer um vai te amar.
-Demi, a discussão não é sobre quem me ama mais ou quem já fez mais coisas por mim- ele avisou- É sobre quem eu amo. E por favor, para, porque a última coisa que eu preciso é a minha namorada tentando me convencer de ficar com outra- ele revirou os olhos.
-Tá... é que eu me sinto culpada- ela disse- Eu sinto como se você tivesse escolhido entre nós duas. Você não percebe isso porque não sabia dessa paixão dela por você, mas eu sabia. E ela vai sentir o mesmo que eu.
-Ela vai precisar saber de qualquer jeito. Então mesmo que isso quebre o meu coração em pedaços, eu sei que ela vai sair magoada porque a burrada já foi feita. Eu só estou tentando... diminuir um pouco o estrago.
-Foi tudo culpa minha- disse decidida.
-Seria culpa sua se você tivesse tido a intenção de traí-la ou se você tivesse se apaixonado por mim de propósito. Se você tivesse feito qualquer coisa pra que eu me apaixonasse. Mas você foi quem mais tentou evitar isso.
-Ah e você acha que a Caty vai levar em conta isso?- questionou arqueando as sobrancelhas.
-Óbvio que não- murmurou- Ah mas que merda. Eu admito, não tenho coragem pra virar pra ela e falar “Olha Caty, eu não sou apaixonado por você e eu não quero que nada aconteça entre a gente”.
-Tudo bem, você não vai precisar mais se preocupar em ter coragem pra isso- Demi virou na mesma hora para a porta e levantou-se do banco com um pulo. Joe fechou os olhos com força e teve vontade de bater a cabeça no mármore onde suas mãos estavam encostadas e seus punhos cerrados. Porque diabos ela tinha que chegar naquele momento?
-Caty, por favor- ele virou-se na direção dela com calma, respirando fundo.
A menina correu para o andar de cima e ambos sabiam que ela estava chorando. Joe e Demi não tentaram ir atrás dela, eles apenas permaneceram em seus lugares sentindo o nervosismo e desespero os invadirem. Por um lado havia sido mais fácil do que imaginaram, certo?!
-Eu não tô acreditando nisso- Demi sussurrou tentando controlar sua respiração. Ela sabia que faltava muito pouco para que as lágrimas começassem a descer. Além dessa estranha mania de chorar ao ver Caty triste, ela sentia-se culpada e mais nervosa do que nunca. O que aconteceria a partir de agora era um mistério. Porém ela engoliu o choro e levou uma das mãos ao rosto, apertando as têmporas. Ela não iria colocar Joe numa situação ainda mais complicada do que aquela. Se recusava a mantê-lo preso à ela, não choraria ali, não na frente dele.
-Eu não vou falar com ela agora- ele comentou com a voz fraca- Daqui a pouco eu volto.
A menina não perguntou onde ele iria ou o que faria. Era melhor assim, deixa-lo quieto. Concordava que não era o melhor momento para falar com Caty, talvez ela devesse tentar antes de Joe. Afinal, Demi sabia sobre toda essa coisa que a amiga sentia por ele. Só precisaria explicar porque o assunto era esse quando ela chegou e isso lhe causou arrepios. Caty sabia que Demi contara a Joe.
Joe se aproximou e apoiou sua mão com calma nas costas de Demi. Beijou-lhe a testa com delicadeza e virou-se, caminhando na direção da porta.
Naquele momento, Demi engoliu o medo e o choro novamente. Ergueu a cabeça como se aquilo não tivesse causado tamanho impacto sobre ela e subiu os degraus da escada com calma. Decidiu que não pensaria em nada para dizer à ela. Tudo sairia naturalmente e teria que funcionar. Ela precisava fazer Caty sentir-se bem.
-Ei, posso entrar?- perguntou batendo na porta. Fechou os olhos novamente ao ouvir o choro abafado dela.
-Não- Caty sussurrou com a voz embargada.
-O Joe não está aqui, ele saiu- Demi afirmou com tranquilidade na voz. Ou melhor, fingindo tranquilidade.
Depois de alguns minutos Demi ainda estava ali, parada e encostada na porta. Por alguma razão, ela não conseguia ir embora.
A porta se abriu e ela não teve tempo nem para pensar. Abraçou a amiga que se jogara em seus braços. As lágrimas molhavam sua camisa e o choro desesperado de Caty lhe causava agonia. Não era um reflexo de uma simples “paixonite”, aquilo era dor.
-Ele não fez por mal- Demi garantiu. Não queria de maneira nenhuma que a menina ficasse com raiva de Joe.
-Eu não estou chateada com ele, Demi- ela disse entre as lágrimas, que agora (depois de alguns longos minutos) haviam diminuído- É só que... eu achei que existisse alguma chance. Não esperava por isso.
-Sei que não- sussurrou carinhosa- Mas lembra do que eu te disse? Talvez seja melhor pra vocês dois ficar com a amizade e aproveitar isso. Ele te ama demais e nunca faria nada pra te ver mal. Por isso ele não sabia como te falar aquilo. O Joe pensou todas as formas possíveis para não te magoar.
-Demi... você contou a ele?- ela fez a pergunta tão esperada e evitada.
-Me desculpa- pediu respirando fundo- Ele veio me perguntar se eu sabia sobre o que você queria falar com ele hoje a noite e eu pensei que pudesse ser isso...depois de um tempo conversando eu acabei contando.
-Não tem problema- ela forçou um sorriso- Talvez eu devesse ter contado antes e... acho que foi melhor. Talvez ele não fosse ter a coragem mesmo de me falar isso na cara.
-Ele não tinha coragem de te magoar, Caty- eu afirmei e ela assentiu- Só... pensa assim, imagina se ele aceitasse namorar com você, ou ficar, não sei, só porque não queria te magoar. Você se sentiria bem com isso depois? Quando ele terminasse com você?
-Nunca- balançou a cabeça- Seria pior ainda saber que tudo foi falso.
-Então, aproveita a amizade enquanto você pode. Não deixa nada disso ir por água abaixo. Muitas vezes a gente tem que entender que alguns amigos são mais especiais do que a gente pensa, sem que a gente precise perdê-los antes.
-Eu te amo- ela sussurrou e lhe deu um abraço forte.
Demi disse o mesmo e deixou que as lágrimas silenciosas da amiga caíssem sobre seu colo.
-Demi... eu não quero ter que falar com ele agora- ela disse depois de um tempo- Eu vou tomar um banho rápido e vou pra casa dos pais dele. A gente se vê lá, ok? Eu pego um taxi e chego em minutos.
-Não quer que eu vá com você?- perguntou apreensiva.
-Não precisa. Avisa ao Joe que eu fui- forçou um sorriso e correu para dentro do banheiro.
Depois de uma ducha, ela colocou uma roupa e pediu a ajuda de Demi para descer com suas malas e coloca-las no quarto da amiga. Dormir com Joe depois disso não estava nos planos de Caty. Não que ela quisesse distância dele... mas no momento não era a melhor opção.
Despediram-se com mais um abraço apertado e Demi jogou-se no sofá, respirando fundo. Estava angustiada demais para chorar. Estava tudo muito confuso dentro dela e seu coração ainda permanecia apertado por causa da última hora que passara com Caty. Não sabia o que fazer.
Ela arrumou-se rapidamente e sentou-se à espera de Joe. Ele chegou alguns minutos depois com uma expressão facial terrível.
-Me diz que você falou com ela- ele quase implorou.
-Sim- assentiu- A Caty foi pra casa dos seus pais faz mais ou menos uma hora- deu de ombros- Pediu que a gente encontrasse ela lá.
-Ela não quer falar comigo- ele murmurou e sentou no sofá.
-Não é isso- ela se ajoelhou próxima a ele- A gente conversou e... ela não está chateada nem irritada. Ela só não queria te ver agora. Mas daqui a pouco vocês vão conversar.
-Você tá bem?- ele perguntou.
-Eu... eu não sei- sussurrou- Eu tive que mentir pra ela, de novo, eu inventei uma besteira pra explicar porque eu te contei sobre essa paixão dela. E depois do que eu vi... eu não quero ter que fazer a Caty chorar mais, Joe- ela disse.
-Nunca, nunca mesmo eu me perdoei por ter feito a Caty chorar. Eu sabia que já tinha acontecido algumas vezes mas eu sempre tentava concertar de algum jeito e parecia funcionar. Só que... eu fiz isso de novo mesmo depois de prometer a ela que não faria.
-Você não tem culpa nessa história, Joe. Ela entendeu o que aconteceu, já passou o pior. Eu tentei melhorar as coisas pra ela e eu acho que consegui em parte. Ela concordou que viver algum relacionamento sério com você era muito pior, porque seria falso. Eu disse exatamente o que você me falou... que você faria qualquer coisa para não magoá-la, mesmo que pra isso tivesse que corresponder. Ta tudo bem, fica tranquilo.
-O problema ainda não acabou. Você livrou a minha barra mas como pretende contar tudo a ela? Você vai fazer isso, não vai?
-Eu só não sei o que a Caty faria se soubesse. Eu tenho medo. Ela ta muito mal, mal demais pra eu deixar pior.
-Ela vai descobrir- ele afirmou- A gente passou a manhã tentando achar um jeito de melhorar e olha o que aconteceu.
-Então é isso? Eu conto e... vejo a minha melhor amiga me odiar e chorar mais litros e litros até desidratar?
-Demi, aconteceu. Aconteceu e ninguém vai mudar isso. Pra que adiar mais? Só vai ser pior. Amanhã é o último dia. Ela vai acordar bem e a gente vai estragar tudo de novo?
-Eu, Joe. Não a gente- concertou se afastando e abraçando o próprio corpo- Eu vou estragar tudo- ela sussurrou sentindo seus olhos molhados.
-Eu tô junto com você nessa- ele garantiu com a voz firme depois de um tempo, abraçando-a por trás e beijando seu ombro com inocência.
***
-Alô?- ele atendeu, concentrado no caminho e com a outra mão no volante- Mãe, a Caty tá aí?- ele perguntou com indiferença.
-Sim, meu amor- Denise afirmou- Onde você e a Demi estão?
-No caminho- eu disse- Ela... tá bem?- questionou, um pouco curioso para saber se ela já havia contado a sua mãe.
-Bom, mais ou menos- disse- Parece meio triste, meio desanimada, mas acho que não é sério. Por quê?
-Não, nada- deu de ombros.
-Ok, estamos esperando vocês para servir o almoço- avisou- Beijo.
-Mãe?- chamou antes que ela desligasse- Faz um favor pra mim?- pediu- Não comenta com a Caty que eu e a Demi estamos namorando, tá? E avisa ao meu pai.
-Ela não sabe?- ele suspirou aliviado com a reação da mãe. Isso lhe dava toda a certeza de que eles não haviam comentado nada ainda.
-Não, e ela não pode saber, não por enquanto- disse nervoso- Por favor, mãe.
-Tudo bem, tudo bem- assentiu- Nos vemos daqui a pouco.
-Beijo, mãe, obrigada.
-Deus, eu tinha esquecido completamente desse detalhe- Demi encarava o menino com uma das mãos sobre o peito- Que susto, acho que o meu coração parou.
-Me esqueci também- ele disse- Por pouco. O que ela menos precisa agora é saber outro segredo por outra pessoa.

Joe ficava mais nervoso a cada quilômetro percorrido e Demi percebia isso, porque ela ficava nervosa junto com ele. Tinham motivos diferentes, mas no final dava no mesmo. Ele não sabia como falar com ela e muito menos o que falar. Seria de longe a conversa mais constrangedora e incômoda que ele já tivera na vida. Mas seria necessária. E Demi... ela pensava em maneiras de contar. Mas sabia que na hora tudo seria completamente diferente.
Continua...

Mais uma vez, fiz bem grandinho :))
Genteeeee ela ainda não descobriu tudo, mas... tadinha :/ E logo ela descobre...
Bom, não sei porquê mas ta complicado de escrever, mas calma, tô indo aos poucos e conseguindo ;)
Comentem, tudo bem?
Mil beijocas,
Brubs <3
Respostas aos comentários:
Capítulo 21
selinhos, divulgações e comentários

8 comentários:

  1. Coitados vão ter muito sofrimento pela frente....~triste~
    Tá tudo perfeito,espero que eles resolvam tudo....e que a caty ache um garoto que a ame muito e que ela também ame...
    Posta logo lindaa
    Beijos

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  2. Coitada da Caty, sofrendo pelo Joe, foi amenizado um pouco mas depois vão contar sobre o namoro e quero só ver... espero logo que se resolvam e que não afete o namoro de Demi e Joe
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    Amei

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  3. ah mds coitada da Caty e olha que ela nem sabe tudo ainda!
    o cap ta perfeitoo
    posta looogo
    bjs
    bia

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  4. Eeeeeeita, ela descobriu! Mas ainda tem o namoro, ai que o bicho vai pegar! HADSUDHSUAHD cara, tô mt ansiosa pro proximo capitulo!
    Beijo <3

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  5. Meu coração ficou tão apertado com esse capítulo :( A Caty descobriu que o Joe não gosta dela de um jeito muito horrível tadinha, tomara que ela não descubra sobre o namoro da Demi e do Joe desse jeito também. Ainda bem que o Joe lembrou de avisar pra mãe dele pq se não a coisa ia ficar mais feia ainda.
    Posta mais, to super ansiosa!

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  6. Ain tadinha da Caty :/ sofrimento pela frente espeero q tudo se resolva logo...ta lindo o capitulo

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  7. Nossa, coitados. A Caty nem descobriu tudo e já ficou mal assim, imagina quando ela souber o motivo dele não poder corresponder ela. Tipo, prefiro nem imaginar.
    Estou quase tendo um troço aqui ~I think, I'd have a heart attack~

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  8. Perfeito sério.
    Cara Coitada da Caty, mas fazer o que se o Joe não gosta dela assim? Seria 15789965323790742356780864222470008723379383857483 vezes pior se ele fingisse corresponder mas espero que ela conheça um gato e eles continuem melhores amigos e que isso n afete Jemi

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Vamos comentar?!?!..... SIM! :3