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27 de mar de 2013

7- Momentos.


The Start Of Something New
(2ª temporada)
(I don't own anything in this pic)


Joe on:
Acordei sentindo-me bem pela primeira vez em meses. Era praticamente impossível dormir enquanto eu tinha em minha cabeça a culpa por estar tratando mal a quem eu amava. Agora que eu tinha Demi inteiramente para mim novamente_ eu sei, sou possessivo_ conseguia ter meus momentos de paz. Mas eu sabia que o que era bom não durava muito.
Tentei convencer meus pais durante dias. A exatos 3 dias nossas conversas começavam e terminavam sempre da mesma forma: com um pedido e um “não” frio e sem sentimentos no final. Eu tentava dizer a eles o quão ridículo era aquilo, pedia para que agissem da mesma forma que os pais de Demi_ que aceitaram tudo numa boa, afinal de contas_ mas os teimosos que eu chamava de “pais” não me davam ouvidos. Meu pai ainda era um pouco liberal, não se importava com o meu namoro de fato. Ele apenas apoiava minha mãe, para que a situação não ficasse ainda pior. Além de ter uma história passada desenterrada, não seria bom um marido contra ela. E o que eu tinha com isso? Nada. Absolutamente nada. Eu queria ser feliz, viver a minha vida como eu quisesse e como devesse ser. Traduzindo, com Demi.
Já minha mãe era rigorosamente contra isso. O ódio ainda era visível em seus olhos, mas em seu coração eu sabia que havia apenas medo. Ela simplesmente descontava em Demi algo que deveria ser resolvido com sua mãe. Mas claro, isso nunca aconteceria. 5 minutos que nossos pais permaneceram no mesmo lugar e quase surgiu uma terceira guerra mundial bem na frente dos meus olhos e dos de Demi. A conclusão que eu chegara era simples e impensável: tendo apoio ou não, meu amor por aquela menina ia muito além de uma briguinha idiota de 11 anos atrás.
Era arriscado? Quem ligava? Eu não podia conter um sorriso ao vê-la, não conseguia pensar nos problemas que poderiam surgir quando estava com Demi.
-Saudades de quando você lembrava que tinha namorada- ela brincou, sorrindo ao jogar seus braços ao redor do meu pescoço.
-Desculpa- fiz uma careta- O clima lá em casa ainda tá meio ruim... dei uma escapada do castigo mas é capaz da minha mãe colocar cadeados nas janelas- revirei os olhos.
-Com todo respeito, porque a sua mãe não esquece isso? As coisas estão tão difíceis- sussurrou, seus olhos transbordando tristeza.
-Estavam- concertei, beijando-lhe o topo da testa- Eu não sei mais como convencer minha mãe, então eu desisti.
-Como desistiu?
-Desisti da conversa. Eu já implorei, já dei todas as justificativas que eu encontrei. Se ela não quis me ouvir, vou provar que não estou afim de seguir essa regra estúpida.
-O que você vai fazer, Joe?- ela questionou, duvidosa.
-Meus pais saíram- eu disse-  Que tal você passar a tarde lá em casa?- sugeri- E a noite também?- sussurrei sorrindo ao pé de seu ouvido.
-Isso não tem nada de genial- revirou os olhos- É mais fácil você ir lá pra casa.
-Não leva a mal, mas primeiro, seus pais são muito... protetores. Eu entendo que eles tenham que se preocupar com a princesa deles- ela sorriu- Mas eu preciso de um tempo com você, coisa que a gente não tem a séculos- murmurei.
-Passamos muito tempo juntos nos últimos dias, não?- ela forçou um sorriso- E foi lá em casa.
-Com a porta aberta e os seus pais passando de cinco em cinco segundos pelo corredor- sorri irônico- Eu sei que não é muito legal para eles que eu vá sempre lá.
-Meus pais não se importam mesmo, Joe- ela afirmou- Eles me disseram isso com todas as letras. É que eu nunca fui de levar namorados pra casa e... eles não estão acostumados com a ideia de que... na verdade o que a gente quer é um quarto trancado com uma cama e não biscoitos com leite- brincou, fazendo-me gargalhar.
-Ok, seus pais são legais em não se importar, mas os meus não reclamam se eu levar uma garota para o meu quarto.
-Não se importam se essa garota não for eu, né?!- revirou os olhos.
-Querendo ou não, você é a minha namorada e fim. O tempo que eu passei mentindo pra você foi o pior de todos, eu não devo isso a eles- garanti- Ah, outra, eu quero mesmo provocá-los- dei de ombros.
-Algo me diz que essa provocação não vai funcionar...
-Algo me diz que se continuarmos com essa discussão, não vai sobrar tempo nem pra um beijo- sorri.
-Apressado...- ela cantarolou, juntando nossos lábios em um selinho.
-Cada segundo com você é precioso.
Nos beijamos muitas vezes até que uma voz interior me fez ter consciência de que estávamos no meio da rua. Era melhor mesmo sair logo dali antes que tudo ficasse mais quente e depois fôssemos obrigados a parar pelo local inadequado.
Segurei sua mão, nossos dedos de cruzando em um desenho perfeitamente alinhado. Por mais que parecesse o mesmo, o mesmo casal, os mesmos sorrisos e a mesma intensidade dos beijos e abraços, as mesmas declarações de “eu te amo’s”, tinha algo muito diferente entre nós. Não dizendo que era falso, longe disso, porém certamente parecia mais verdadeiro agora. Talvez porque antes soubéssemos que não se passava de uma ilusão de que daria certo. E agora, bastava que fizéssemos valer cada segundo. Estava em nossas mãos, nós faríamos o futuro.
-Eu espero  que mesmo durante esse tempo você tenha sido só minha- sussurrei em seu ouvido,  mordendo sua orelha.
-Você foi o primeiro, Joe- ela respondeu, seu riso abafado em meu pescoço- Isso ninguém nunca vai mudar.
Sorri com o comentário, mesmo que a ideia de outro a tocando me enchesse de raiva. Mas mesmo ela não tivesse dito isso, com todas as letras, eu sabia que fora o único. Sentia apenas.
Agarrei sua cintura, com um instinto de possessão absurdo e novo para mim. Como se fosse a única forma de garantir o adjetivo “minha”. Demi percebeu o gesto desesperado e colou nossos corpos, levando seu polegar com delicadeza ao meu braço. Acariciou-o com movimentos circulares, movimentos calmos e tranquilizantes. Era uma forma de mostrar que entendia o sentimento que eu demonstrara.
Beijei-a com suavidade, mordendo seu lábio inferior enquanto ela formava um sorriso travesso em seus lábios. Eu sabia que Demi não era tão inocente assim e essa ideia me empolgava. Eu podia desfrutar do momento o quanto quisesse, porque sabia que ela queria o mesmo.
-Que tal pular para a parte em que eu arranco a sua roupa?- brinquei, depositando alguns beijos em seu pescoço.
-Sempre safado- riu, deslizando uma de suas mãos para dentro da minha blusa, discretamente.
-Não sou o único, santinha do pau oco- afastei um pouco nossos rostos, o suficiente para sentir sua respiração misturando-se à minha com grande intensidade.
Demi piscou, aquela piscadela sensual que só ela sabia dar. Era engraçada a forma como ela era a menina mais gostosa e sexy que eu já conhecera, mas ao mesmo tempo, ainda inocente demais. O melhor era que ela sabia fingir. Sabia seduzir qualquer um e gostava de fazer isso comigo. 
Sorrateiramente, rocei meu polegar contra suas coxas, descendo até conseguir segurá-las e prendê-las em minha cintura. Segurei-a, apoiando minhas mãos em seu quadril e colando nossos corpos enquanto um imã nos puxava intensamente.
Deitei-a em minha cama com calma. Apesar de ter pressa, pressa para fazê-la minha, para senti-la e tocá-la, eu queria desfrutar, tanto antes quanto depois. Queria aproveitar cada milésimo de segundo.
Observei seu corpo depositado junto à colcha branca, percebi como sua blusa caía suavemente sobre ela e como já era possível ver sua barriga exposta. Me aproximei novamente e com cuidado, levei meus dedos à borda do pano, distribuindo beijos molhados por toda a extensão de sua pele, que era descoberta conforme eu subia a blusa. Sentia o peito de Demi subir e descer, sua respiração acelerada, semelhante à minha.
-Ainda tenho que pedir pra você relaxar?- questionei, olhando-a dentro de seus olhos.
Ela retribuiu meu sorriso, segurando meu rosto entre as mãos enquanto virava rapidamente, ficando por cima de mim.
-Não hoje, meu amor- sussurrou, brincalhona. Sua voz sexy e rouca era enlouquecedora.
Demi deslizou seu corpo, roçando-o contra o meu. Puxei-a para mais perto e na primeira oportunidade ela arrancou minha blusa sem dó nem piedade.  Terminei de tirar sua blusa e beijei seu colo, abaixando a alça do sutiã, acompanhando meus movimentos de beijos demorados e apaixonados.
Sua pele era quente, eu podia sentir quando entrava em contato com meus lábios. Era quente e deliciosamente tentadora. Mordi seu pescoço, ouvindo-a sussurrar meu nome manhosamente. Acariciei sua bochecha, direcionando minha outra mão para sua calça.
-Ah Demi, tira essa calça pra mim, vai- pedi, ouvindo logo em seguida a gargalhada gostosa dela. Se eu odiava uma coisa, nessas horas, eram calças e roupas que apenas complicavam minha vida. Roupas difíceis de se tirar. Demi ainda não ajudava, vestindo aquelas peças apertadas, mas que eu amava porque destacava aquele corpo.
Mesmo relutantes, paramos o beijo, ainda rindo. Ela balançou a cabeça em reprovação e se afastou, sentando-se na beirada da cama depois de sair de cima de mim. Enquanto tirava a peça com um sorriso no rosto, eu a encarava, me aproximando. De forma nenhuma eu queria que o momento fosse interrompido. Abracei-a por trás, beijando sua nuca e deslizando sua pele contra a minha. Logo ela virou sua cabeça, encarando-me profundamente. Juntamos nossos lábios em um movimento desesperado e em poucos segundos estávamos juntos novamente, deitados com nossos corpos juntos.
Ela tirou minha calça, que não era jeans, o que facilitava as coisas. Senti-la tão próxima me dava sede dela. Sede de seu corpo à minha espera.
O que tinha de diferente dessa noite para a outra? Dessa vez, eu dormiria tranquilamente com Demi nos meus braços, sem preocupações ou medo do que aconteceria quando o sol começasse a nascer. Dessa vez, nós poderíamos escolher o que fazer ao abrir os olhos. Eu iria, finalmente, ter o prazer de abraça-la por todo o tempo que quisesse, veria seu rosto angelical tranquilamente sereno ao deitar-se no travesseiro. Teria, em minhas mãos, seu corpo relaxado e quente.
-Você é tão linda- sussurrei, quase fora de mim mesmo, hipnotizado por tamanha beleza.
Ela sorriu e inclinou-se na minha direção, permitindo que o lençol caísse sobre seu tronco, revelando seu colo descoberto e livre. Nos beijamos, mais calma e apaixonadamente. Prendi minha mão em sua cintura, trazendo-a para perto e escondendo meu rosto em seu pescoço.
-É muito bom poder confiar tanto em você- ela sorriu e eu fiz o mesmo, ainda escondendo meu rosto próximo à sua nuca- É impressionante como eu me sinto bem assim- confessou.
-E pensar que você tinha medo de mim- ri sem humor.
-Foi um momento de confusão mental- ela riu e eu acompanhei, assentindo.
-E eu amo quando você diz que se sente bem assim comigo- beijei-a novamente- Também amo quando você resolve dar uma de valentona- brinquei- Principalmente na cama.
Recebi um tapa, mas um tapa gostoso de se receber.
-Você não sabe se comportar?- perguntou, acusadora.
-Eu me comporto sempre- fingi inocência- Você é que não gosta quando eu sou safado porque fica com vergonha e super fofa- acariciei sua bochecha.
-Vamos dormir, Joseph- ela virou-se decida.
-Quer dizer que vai me colocar de castigo, é?- provoquei.
-Sua mãe já fez isso por mim- sorriu- Imagina se ela descobre que enquanto está fazendo sei lá o que o filho dela acabou de transar com a “namorada proibida”- brincou e eu ri, nem querendo imaginar.
-Você brinca mas no fundo isso te incomoda- eu disse depois de um tempo e ela concordou- Eu sei que a minha mãe gosta de você- afirmei- O único problema é você ser uma Lovato. Fora isso, seria a nora perfeita.
-Bom, não é o que me importa agora- respirou fundo- Volte para o seu castigo.
Sorri e segurei sua nuca com delicadeza, virando seu rosto para mim novamente, colando seu rosto com o meu. Ela balançou a cabeça em reprovação, mas assim como eu, queria aquilo desesperadamente. Não importava quantos beijos, sempre queríamos mais. Deslizei uma de minhas mãos por entre o lençol que a cobria e acariciei sua pele macia, enquanto seu corpo estremecia em meus braços. Com movimentos circulares, rocei meu polegar em seu seio, percebendo a respiração dela sendo alterada. Sorri entre o beijo e ela provavelmente corou. Era assim, bancava a valentona mas no final era apenas um tomate. 


Continua... 
Genteeee eu nem acredito que consegui escrever esse capítulo todinho hoje \o pulem comigo *-* Postei de uma vez porque vocês merecem, certo? Pretendo usar esse feriado pra terminar o outro também ;) Comentem, ta, amores? Por favor!! Aaaaaaah! hot, né? hum... hahahaha gostaram
espero que sim, achei mais que merecido u.u Enfiiiiim... marquem o "eu li" e comenteeeeeem! <3
Amo vocês, obrigada por esperarem e serem pacientes :D
Mil beijocas, 
Brubs <3



16 comentários:

  1. POSTA LOGO BRUUUUU !! lindona lkkkk bjs c glitter

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    1. Meu amoooooor hahaha vou tentar, baby! beijinhoooos com muito glitter u.u

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  2. heeeyyyyyyyyy
    hot, hot!uhuuuuuuu
    ~le eu safada~
    kkkkkkkkk
    amei, eu sei bem como é escrever às pressas!kkk
    postaaaaa
    beijokss

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    1. Heeeeeeeeeeey hahahahahaha taradas vocês u.u lol né?! às vezes até que é fácil, quando a inspiração vêm... mas infelizmente ta complicado :( Beijinhos e obrigada linda <3

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  3. perfeito,hot....hot....
    To amando essa fic,
    To doida para que os pais
    Da demi e os pais do joe,
    Parem com essa briga.....
    Posta logoo,
    Beijos ».«

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    1. Hhahaha hot.... *-* Obrigada, meu amor! Eles já vão parar ;) Beijinhos, linda <3

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  4. AMEI!!!!!
    posta logo to amando sua fic:)

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  5. Oooooi diva linda! :)
    Cara tu é a+, você escreveu bem rápido! Eu demoraria no minimo uma semana o.o
    Hmmm hooot, adorei! Kkkkkk e nesse exato momento a bateria do meu celular tá em 69%! Mensagem subliminar? Kkkkkkk
    Tenta escrever o cap. nesse feriado, mas n vai esquecer de aproveitar! :p
    Bjss feliz páscoa!

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    1. Oi coisa fofa <33
      Awwwn que nada hahahaha às vezes eu escrevo muito rápido, mas tem vezes que a criatividade não vem de lugar nenhum e eu demoro séculos D: KKKKK vocês amam hot's hein lol HUUUUUUUM 696969 tô sabendo KKKKKKK acabou que eu nem consegui terminar o capítulo no feriado :/ obrigada, linda, feliz páscoa pra todos aí também! :D

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  6. Os pais do Joe são chatos demais, deixa ele namorar a Demi em paz poxa :l
    Só falta agora os pais dele chegarem em casa e encontrar os dois na cama kk
    Adorei o capítulo, posta maaais :D

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    1. Verdade! Mas tinha que ter alguma coisa pra complicar, né? hahaha bom... isso não vai durar muito! AMEI A TUA IDEIA deles encontrarem o Joe e a Demi na cama KKKKKK ia ser top \õ\õ KKKKKK obrigada, amor!! :D

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  7. AMEEEEEEEEEEEEEI! Ta tudo perfeito! Posso, como leitora, dar uma sugestão? Acho que uma boa forma de unir as famílias do Joe e da Demi de um jeito em que nao haveria escapatória para ambas as famílias seria algo como uma gravidez, porque se a Demi engravidasse do Joe (acidentalmente, é claro kkk) as famílias meio que teriam que se unir porque agora teria uma criança com o sangue das duas famílias. Sei lá, foi só uma ideia mesmo, nao precisa seguir! Pode apagar o comentário depois que ler se quiser

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    1. Awwn obrigada!!! Eu concordo, sério mesmo, e eu >AMO< quando vocês dão sugestões, então pode mandar sempre hehehe *-* só que assim, eu não posso falar muito, mas já tá meio que planejado o restinho dessa fic, entende? E outra... vamos dizer que eu tenho um "projeto", que eu já comecei a escrever e que ficaria "parecido"... mas eu agradeço do fundo do coração! Não vou apagar não, amor, de jeito nenhum! :D Obrigada e beijos!!

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Vamos comentar?!?!..... SIM! :3