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9 de mar de 2013

5- Como o primeiro beijo.


The Start Of Something New
(2ª temporada)
(I don't own anything in this pic)

-A cicatriz- ele passou seu polegar calmamente por cima do lugar onde eu havia me machucado naquela vez. Sinceramente? Eu nem  me lembrava mais disso, ou melhor, não agora. Porque de uma certa forma, era algo que havia permanecido comigo, algo que deixava a marca dele em mim, mas claro, eu só pensava na proximidade entre nós.
-Já sumiu praticamente- concordei com um sorriso tímido, levantando meus olhos até os dele.  Senti-me completamente estranha e incomodada por alguns segundos, mas logo depois meu coração começou a bater mais rapidamente, com uma mistura de ansiedade e nervosismo.

Joe on:
-Eu não sei porque você fica tão... assim- comentei rindo sem humor, sorrindo para a fofura dela.
-Assim como?- perguntou com um sussurro, nossos rostos mais próximos a cada momento. Era inevitável, eu me aproximava dela sem nem mesmo precisar pensar.
-Sei lá, desse jeito que você está- ri juntando nossos lábios com delicadeza.
Ao sentir seus lábios novamente colados aos meus, meu coração explodiu em diversas sensações. Foi mágico e incrível, como se definitivamente  nunca tivesse acontecido, como se fosse a primeira vez. Discurso clichê? Mas verdade. Tudo simplesmente voltou em minha mente, reacendeu aquela chama dentro de mim, aquele desejo e paixão. Reforçou o sentimento de amor que chamava por ela.
-O que quer dizer com isso?- perguntou. Parecia algo simples, mas senti como se ela fizesse grande esforço para deixar aquelas palavras saírem por sua boca.
-Que mesmo depois de tudo ter acontecido entre a gente, parece que nunca nem nos beijamos- respondi calmamente, trazendo-a para mais perto ao segurar em sua nuca.
-Só preciso de tempo pra processar  tudo isso- ela disse, sorrindo envergonhada.
-Tudo isso o quê?
-Você só ter me beijado agora, mesmo depois de tudo que já aconteceu- respondeu simplesmente, parecendo arrependida por aquilo.
Não consegui respondê-la como queria, por isso permaneci quieto e juntei nossos lábios mais uma vez, em um beijo envolvente. Eu não tinha o que falar, na verdade. Não poderia dizer a ela sobre nossos pais, porque envolvia sua família também. Não podia nem ao menos pedi-la em namoro novamente, para tê-la comigo sempre que desejasse dizer o mais apaixonado “eu te amo”. Eu não sabia como explicar que a amava mas não podia fazer nada em relação à isso.
Por mim, continuaríamos no carro, a noite toda. Eu não queria mesmo ir até aquela festa, na verdade, desde o começo, eu queria a companhia de Demi. Não tenho certeza se já fazia parte dos meus planos beijá-la, mas sentia que precisava agarrar a oportunidade. A chance.
Mas talvez entrar na casa depois de uns amassos tornaria o clima menos desagradável. Provavelmente, música alta invadindo nossos ouvidos nos distanciaria da ideia de seguir com aquilo. Seria uma escapatória para aquela simples “ficada”, e eu acabaria não dando a ela a oportunidade de  questionar o que estava de fato acontecendo.
E foi mais ou menos o que eu fizemos. Parecia mesmo que ela queria fugir de uma conversa tanto quanto eu. Demi estava mais insegura do que antes e eu sabia porque, mas me sentia inútil quando percebia que não podia fazer nada.
Nos beijamos diversas vezes e as coisas esquentaram lá dentro. Nada muito inapropriado, mas vamos lá, eu não era santo, e ela ainda provocava com aquele vestido, com aquele cheiro e olhar.
Deslizei minha mão por entre seus cabelos ondulados e puxei-a para um último beijo. Sorrimos juntos, ainda que sorrisos estranhos, e soltamos do carro. Eu não sabia muito bem como me aproximar e via como Demi mantinha certa distância. Ela parecia esperar algo que eu também achava necessário, como mãos dadas ou um abraço, mas nada disso aconteceu. Apenas caminhamos juntos.
-Quem é ela?- a menina, dona da festa, perguntou encarando Demi da cabeça aos pés. Aquilo causou uma sensação ruim até em mim.
-Demi- eu disse, chegando mais perto e abraçando-a por trás, decidindo deixar o clima tranquilo novamente. Não desejava nada estranho entre nós.
-Tudo bem, mas quem é ela?- questionou novamente.
-Uma pessoa que eu resolvi trazer comigo- respondi obviamente, mostrando que já estava farto- Ela estuda com a gente- completei.
-Hum, tudo bem- resmungou- Divirtam-se.
-Obrigada- dissemos juntos e empurrei delicadamente Demi, que parecia ainda um pouco estática.
-Aquela menina quase me matou com os olhos, deu medo- comentou, fazendo-me rir. Agora, eu a abraçava de lado, rodeando sua cintura com meus braços.
-Ignora, simples assim- garanti.
-Acho que ela não gostou da companhia que trouxe- deu de ombros, brincando- Eu aposto que aquela menina é afim de você- disse.
-Mas eu não sou afim dela e se eu fui convidado, tenho o direito de entrar com quem eu quiser, fazer o que eu quiser e isso não a envolve- afirmei. Demi riu e abaixou a cabeça calmamente.
-Se você diz- sussurrou,desconfiada.
-Anda, nós temos a noite todinha- disse segurando-a por uma das mãos- E eu quero aproveitar com você- afirmei sorrindo e trazendo-a para perto, caminhando animadamente em direção à um canto reservado à casais.
Encostei minhas costas na parede logo atrás de mim e segurei as mãos de Demi, que estava de pé na minha frente. Seu rosto parecia tranquilo, mas eu apenas percebia aflição e confusão quando a analisava de fato. Olhava dentro de seus olhos e percebia que a qualquer momento ela poderia exigir uma explicação. Porém essa noite, eu não queria ter que pensar em absolutamente nada, por isso, explicar qualquer coisa à ela estava fora de cogitação. Eu não podia estragar o único momento em que poderia tê-la novamente.
Definitivamente tínhamos a noite toda e eu queria fazê-la “nossa”, mas era uma tarefa difícil, levando em consideração que o clima não poderia, de forma alguma, ficar ruim de uma hora para a outra. Eu já havia colocado em risco nossa relação uma vez e não faria, de maneira nenhuma, isso novamente.
Sorri em sua direção e ela fez o mesmo, timidamente. Parecia desconfortável quando puxei-a para perto, e eu sabia que era por causa do vestido. Por mim isso não era bem um problema, porque sinceramente, eu levaria na boa se ela preferisse tirá-lo, o que eu sabia ser impossível. E sendo sensato, sexo era a última coisa que eu queria nessa noite. Mentira, era uma das coisas que eu mais queria, como na maior parte das vezes (principalmente quando estava com Demi), porém de maneira nenhuma eu queria fazê-la sentir-se usada. Não de novo.
Então não passaríamos dos beijos. Triste e dolorosa conclusão.
-Não esquece que eu te conheço- ela avisou- Eu sei bem como você é em relação a “noites”.
-Não com você, Dem- eu afirmei- Pensei que soubesse disso.
-Pensei que tivesse dito que me amava- sussurrou, talvez com a intenção de que eu não ouvisse. Talvez ela apenas precisasse colocar aquilo para fora de alguma maneira.
Beijei-a com cautela, tentando passar uma mensagem, um sentimento bom. Quem sabe eu conseguia fazê-la sentir meu amor, apenas através de um beijo?! Era o que eu desejava, porque se me atrevesse a revelar isso em voz alta (como já havia feito, mas ignorando isso...) seria obrigado a contrariar a mim mesmo. Doía sentir meu coração implorando por ela. E essa noite, esse momento, era minha única saída para escapar disso, dar uma folga ao meu coração.
-Ah, quer me dizer que era mentira? Sei das suas histórias- continuou. Eu definitivamente queria acabar logo com isso. Então deveria ser sincero com ela.
-O que eu procurava era sexo, e não é o que eu procuro agora. Eu só quero poder te olhar e pensar por um momento apenas que nada mudou- garanti.
Acariciei seu rosto com delicadeza, sentindo faíscas saindo de meus dedos ao roçá-los em sua pele. Tentei quebrar o gelo algumas vezes, mas não me saí muito bem. Eu não estava conseguindo agir normalmente com ela depois que suas palavras tomaram conta de minha mente tão subitamente. Precisava me desligar do mundo para criar ao nosso redor um escudo de proteção contra os males que circulavam por aí.
-Te trouxe pra essa festa porque não estava aguentando mais- sussurrei entre um beijo simples- Eu precisava DAQUILO de novo- afirmei. Bem, deveria ser cauteloso ao confessar coisas à ela.
-Daquilo... você se refere exatamente à...?!- questionou.
-Nós.
Segurei sua cintura com força e a trouxe para perto, com um movimento que, por algum motivo não importante, a fez sorrir. Fiquei feliz com o gesto. Colei nossos lábios de forma que conseguisse sentir cada pedaço de meu corpo latejar. Deslizei minha língua, movimentando-a juntamente à dela, enquanto fechava meus olhos para sentir cada simples e singelo toque. Não importava se o que sentíamos era um mal pressentimento ou medo, eu sabia que estávamos deixando-os de lado, ignorando qualquer coisa que nos impedisse de continuar.
Alisei sua cintura, na verdade, alisei o máximo que consegui de seu corpo. Precisava desse contato.  Demi puxava meu cabelo com delicadeza, obrigando-me a fazer grande esforço para não jogar a cabeça para trás e sentir seus lábios em meu pescoço. Eu tinha consciência de que não deveria ir tão longe, porque por um deslize, meu plano de “sem sexo por essa noite” cairia por água abaixo. Por um lado não era tão ruim pensar nesse breve “deslize”, mas por outro... jogar fora a confiança dela, desse jeito tão estúpido, era muito, muito pior do que não passar dos beijos.
-Ta vendo aquele grupinho ali?- perguntei, sorrindo em sua direção ao indicar discretamente com a cabeça.
-Das meninas metidas da minha turma?- ela rebateu- O que tem elas?
-Posso afirmar que estão morrendo de inveja de você.
-Mas você é mesmo muito convencido!- ela acusou, boquiaberta, como se eu tivesse dito um absurdo. Seus lábios, ainda assim, tinham um breve sorriso. Demorei um pouco até entender.
-Não! Não é porque estamos juntos- garanti, balançando a cabeça em reprovação- É porque elas tipo, estão te lançando olhares como quem diz “eu queria ter tudo que essa menina tem”- inventei uma voz estranha.
-Inclusive você- acusou.
-Ok, eu não disse nesse sentido- avisei e ela riu- É que sei lá, ta incomodando- ri sem humor.
-Porque você fica reparando nisso?
-Porque eu sinto quando alguém não para de olhar pra mim- respondi  obviamente- Quer sair daqui?- sugeri.
-Bom, lembrando que você me arrastou até essa festa...
-É que todos parecem não tirar os olhos da gente- dei de ombros, fazendo uma careta – E confessa, ta chato aqui.
-A questão é: pra onde vamos?- perguntou.
-Tem um lugar que eu queria te levar- disse- E não vai ter ninguém para importunar.
-Esse lugar não é o seu quarto- ela afirmou, um pouco duvidosa. Inclinei minha cabeça e sorri em sua direção. Um sorriso bobo causado por mais uma surpresa.
-Brincalhona, você- acusei, roubando-lhe um selinho.
-Você não é o único que pode se divertir- u.u
Assenti e Demi sorriu, aproximando-se de mim ao jogar seus braços ao redor do meu pescoço. Nos beijamos por mais alguns minutos, porém aqueles olhares estavam realmente incomodando. Odeio gente fofoqueira ou intrometida.
E a festa durou, só não sei quanto tempo, porque saímos antes, bem antes do fim. Rodeei sua cintura com meus braços e abaixei a cabeça, sorrindo ao pensar que ela estava dando uma brecha para tudo isso de fato acontecer. Admirava a confiança que Demi ainda conseguia ter em relação a mim, mesmo depois de tudo. Até porque, o fato de eu ter sim um motivo para ter ido embora não faz aquela dor, que foi durante muito tempo sua melhor amiga, desaparecer simplesmente. Eu sei que quando nos beijamos, muitas memórias voltam à sua mente, assim como acontece comigo. Sei que ela se pergunta o que está acontecendo, mas não tem a coragem, ou vontade, de fazer a pergunta em voz alta. Mas me sinto bem ao vê-la agindo dessa maneira, ainda que eu saiba que nada disso irá permanecer por muito tempo.
Caminhamos juntos pelas ruas escuras e desertas da cidade. Ou melhor dizendo, quase desertas. Los Angeles é bem animada a noite, principalmente quando se é sexta feira. Todos decidem comemorar alguma coisa e qualquer jeito, e é isso que me alegra aqui. Ver sempre pessoas se divertindo e festejando. É uma sensação boa.
Mas hoje o que eu quero é silêncio,, tranquilidade. Um espaço onde eu possa apenas ouvir meu coração batendo junto ao dela. Meloso demais, eca!
-A vista daqui é linda- eu comento ao subir as escadas estreitas junto a ela, segurando-a pela mão- É o principal farol daqui.
-Só espero que tenha piedade e não me jogue lá de cima.
Gargalhei com seu pedido, mas fechamos nossas bocas assim que o céu pareceu mais próximo. A sensação era incrível. Se eu pudesse, viveria aqui, cada segundo da minha vida, sem nem pestanejar. As estrelas possuíam um brilho especial e era praticamente impossível afirmar qual brilhava mais. Parecia uma competição entre elas.
O céu estrelado estava limpo, limpo até demais. Não havia uma nuvem sequer, mas mesmo assim ainda batia um vento gelado que era de arrepiar. E a vontade de abraçá-la crescia mais dentro de mim a cada momento.
Demi estava encantada. Seus olhos brilhavam, e brilhavam mais que todas as estrelas juntas. Sua luz era refletida em seu olhar castanho e profundo, misterioso. Seu sorriso reluzia a luz da lua que pairava sobre nós. Me aproximei com calma e a abracei por trás, seguindo seu olhar, que permanecia preso em um ponto específico. Ela sorriu timidamente e nos sentamos na beira de uma superfície de concreto, de onde tínhamos toda a vista, a vista mais bela.
Encarei-a por um tempo e quando já estava ficando incomodada, Demi me lançou um olhar confuso. Porém ela parecia confusa antes mesmo de eu a observar atentamente. Talvez estivesse próxima a hora de colocar tudo em seu devido lugar, colocar as palavras para fora.
-Você quer me perguntar alguma coisa- tentei adivinhar, mantendo meu tom de voz o mais suave possível.
-E você já sabe o que é- Demi sussurrou, surpreendendo-me. Sim, eu sabia. Era impossível não saber- O que está acontecendo, Joe?- perguntou, um pouco culpada. Talvez não desejasse perguntar, mas sentia a necessidade. Isso era claramente visível.
-Eu não sei- confessei- Não consegui ficar longe de você, por mais que eu tenha tentado, eu não aguentei. Não depois de te perder  e ter a chance de...
-Você acha que me tem de novo?- perguntou, me interrompendo ao adivinhar o que eu estava prestes a falar- Ao que depende de mim, você está certo. Mas não acho que tenha certeza sobre o que eu sou para você.
-Eu te amo- afirmei, com a voz mais firme e certa que pude- Você sabe disso.
-E o que vai acontecer agora? Já que me ama?- perguntou cabisbaixa- Vamos ficar? Você vai...
-Nunca vou te usar, para nada- disse, antes que, de alguma maneira, ouvisse algo semelhante vindo dela. Eu não seria capaz disso- Não é o que eu estou tentando fazer. No fundo eu... acho que você ainda não conseguiu...acreditar em quem eu sou de verdade. Eu acho que as coisas ainda estão confusas na sua cabeça, por mais que confie em mim- dei de ombros.
-Porque não deixa mais claro? Porque Joe, desse jeito eu nunca vou saber o que quer ou quem é. Eu tentei descobrir mas você está certo, tudo ainda é um grande borrão pra mim- admitiu.
-Você não tem ideia de como eu queria poder deixar tudo mais claro, Demi. A minha maior vontade é chegar e gritar para todo o mundo que eu te amo, que você é tudo para mim- sussurrei.
-Porque não faz isso? Porque ainda não fez? Desde o dia em que eu cheguei, Joe... você teve essa chance- questionou.
-Eu simplesmente não posso- murmurei, realmente triste por aquilo.
-Sabe? Quando eu cheguei e te vi pela primeira vez eu quase te odiei. Mas depois daquilo que me disse, depois de saber a verdade, eu vi esperança de novo. Esperança na gente. Coisa que agora desapareceu. Onde isso foi parar? Eu achei que não perderia tempo, que na primeira oportunidade você me pediria em namoro de novo. Ou sei lá, diria que nem nunca terminamos. Mas não. Você disse que me amava, e continuou sem fazer nada. Agora essa festa e tudo... tudo o que me disse...- comentou. Escutei atentamente a todas as suas palavras. Doeu em mim mais do que eu imaginei ser possível.
-Acredite em todas elas. Porque são verdadeiras- garanti, olhando fixamente para dentro de seus olhos- Me desculpa por não ter feito nada, por não ter feito aquilo que eu esperei tanto para fazer. Mas eu preciso que entenda que eu não posso, não agora.
-Eu não vou fazê-lo explicar o porquê- abriu um triste sorriso, convencida- Eu entendo.
-Não é por falta de amor- asseguro- Você é tudo para mim. Eu não viveria sem você, ouviu?- acariciei seu rosto de expressão vazia.
-Eu também te amo- disse- E não vivo sem você. Mesmo que como um amigo. Porque... eu não quero que esse lance de “ficar” continue- disse relutante.
-Eu imaginei.
-Joe... é impossível pra mim. Eu sei que não é o que está fazendo e eu juro que confio em você, acredito em cada palavra que me diz, mas eu me sinto usada, eu não consigo me conter.
-Era a última coisa que eu queria que acontecesse.
-Sei disso- sorriu docemente- Por isso eu acho melhor não continuar com isso. Você é importante demais para te perder, pra arriscar.
-Esse lance da amizade- eu disse, segurando suas mãos- Eu sinceramente acho que é o que precisamos, agora. A gente nunca conseguiu de fato conhecer um ao outro, fora desse meio de relacionamentos. Que tal tentar?- sugeri com o meu melhor sorriso.
-É o melhor que podemos fazer- deu de ombros, suspirando conformada.
Eu não queria que ela sentisse isso, esse aperto no peito como eu sentia. Quer dizer, ela deve sentir o mesmo certo?! E claro, agradecia por não ser necessário explicar nada além disso. Demi me poupara de uma grande coisa, uma coisa que eu não podia fazer. Contar tudo a ela não era a melhor opção para o momento. Quem sabe mais tarde. Ou melhor, deverá acontecer, uma hora ou outra.
Encostei-me em uma pilastra, ainda sentado sobre o concreto e trouxe ela para mais perto. Demi se aconchegou em meus braços, ainda mais forte por causa da noite fria. A abracei por trás, sentindo suas mãos roçando com minha pele e beijei-lhe a bochecha em um gesto carinhoso. Ela sorriu, respirando fundo. Um sorriso triste, porém um sorriso.

Continua...
Me desculpem pelos 8 dias sem postar, mas infelizmente ainda não consegui tempo. Terminei esse capítulo ontem bem tarde e resolvi postar hoje. Vou me esforçar para o próximo, mas acho que demorará também :/ Não esqueçam de mim, ok? :( 
 Espero que tenham gostado, porque eu caprichei nesse *-* genteeeeeee 3 dias, t-r-ê-s dias! Depois de quase 3 anos eles vão pisar aqui no Rio de novo e eu estou morrendo apenas fbuesgifeskugfsi não consigo acreditar que vou conhecer meus 3 bebês <333 Alguém aí vai no show dos Jonas no Rio??? :D
Marquem o "eu li" e comentem bastante, tudo bem?
Amo vocês e obrigada por tudo <3

Beijocas,
Brubs :)

9 comentários:

  1. poxa, nem pra eles virem pro emisfério norte do Brasil, heim?!
    :(
    magoada!
    o capítulo tá lindo, diva!
    posta logooo
    bjks

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  2. Perfeito,lindaaa.
    Que fofo,eles
    Se beijaram.
    Posta logoo,
    Meu anjo,beijos <3

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  3. Aaaah eles se beijaram <333 finalmente haha
    Queria que eles voltassem a namorar logo mas concordo que é melhor eles serem amigos por enquanto, até essa história das familias deles se resolverem e tals.
    "era minha única saída para escapar disso, dar uma folga ao meu coração." (give your heart a breaaaak kkkkkk)
    Você vai no show dos Jonas que pfto hsuaigfdajskgfpsagfpias aproveita lá por mim! haha
    Posta mais :D

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  4. Ta lindo.. só acho que o Joe devia ligar o "foda-se" e ser feliz com a minha bebê. kkkk Posta mais *-*

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  5. Linda sou nova leitora aqui e amo essa web é tão Perfeita *-*
    Esse dois devim ficar juntos logo... u.u
    Postaa Rapidoooo :D
    Bjos*

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  6. OI amor! <33
    saudade de vim aqui! *-*
    então, ainda não tô atualizada na fic, mas vim te repassar um monte de selinho, ou seja, vim te dar trabalho kkkkkkkk :DD

    http://jemimylife.blogspot.com.br/2013/03/selinhos-dd.html

    volto em breve, meu bem!

    bjus! :**

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. AHHHHHHHHHH adorei o cap por favor
      POSTA LOGO....ansiosa..:)
      vc poderia dar uma passadinha no meu blog;
      http://minhashistoriasdejemi.blogspot.com.br

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Vamos comentar?!?!..... SIM! :3